#diasemglobo – Cala a boca Marinho!

Aquilo (transferido para a boca do Tadeu) não foi um Editorial, mas uma Ordem do Dia, como manuscrita por um general e proclamada em quartel. Cala a boca Marinho!

#diasemglobo é uma campanha que estimula as pessoas a verem o jogo entre Brasil e Portugal, sexta-feira (25/06/2010), em qualquer emissora que não a Globo.

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Processo de redução da desigualdade

Processo de redução da desigualdade

Até a Falha de São Paulo não conseguiu esconder (leia abaixo, a íntegra). Além do PIB estar em alto nível, vem crescendo o emprego formal e diminuindo a pobreza.
Interessante notar que, depois da “marolinha” (tão criticada expressão, pelos analfabetos sociais – os piores que há) a queda do número de pobres está numa taxa de 10% ao ano. Isso quer dizer que, “estamos entrando em um processo de redução da desigualdade mais forte que no período de 2003 a 2008”.
As “vivandeiras de plantão” subsidiadas no neo-udenismo ficam cada vez mais inconformadas com uma realidade que nunca lhes interessou: o crescimento do Brasil como nação democrática. As pesquisas (até do Ibope, quem diria?) apontam cada vez o inevitável: a aprovação do governo Lula. Por isso, choram, esperneiam, apelam para agressões verbais e quejandos.
Têm até o desplante de considerar um golpe. Mas a cidadania (o que será, heim?) vai num ritmo que até mesmo meandros causídicos serão detidos. Um viva à liberdade, à igualdade e à fraternidade (que é o que a maioria – 86% – quer)!

São Paulo, domingo, 13 de junho de 2010

Total de pobres deve cair à metade no Brasil até 2014

Ritmo de redução da pobreza se acelera por conta de mais emprego formal

Número de miseráveis, de 29,9 milhões hoje, ruma rapidamente para cerca de 14,5 milhões, ou 8% da população

FERNANDO CANZIAN
DE SÃO PAULO

Mantida a tendência de crescimento médio da economia no governo Luiz Inácio Lula da Silva, o Brasil cortará à metade o número de pessoas pobres até 2014.
O total deve cair de 29,9 milhões para cerca de 14,5 milhões, o equivalente a menos de 8% da população.
Nos anos Lula, até a crise de 2009, o número de pobres (pessoas com renda familiar per capita mensal de até R$ 137,00) caiu 43%, de 50 milhões para 29,9 milhões.
Hoje, a velocidade da queda do número de pobres é ainda maior, de cerca de 10% ao ano, segundo cálculos do economista Marcelo Neri, chefe do Centro de Pesquisas Sociais da FGV-Rio.
“Estamos entrando em um processo de redução da desigualdade mais forte que no período de 2003 a 2008. O rápido crescimento no início do ano só reforça essa tendência”, afirma Neri.
O economista diz que a Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios, do IBGE) mostrou crescimento médio de 5,3% ao ano per capita real (além da inflação) no Brasil entre 2003 e 2008.
Outros especialistas ouvidos pela Folha concordam com essas previsões, consideradas realistas ante a tendência dos últimos anos.
Consideram também viável o país manter um ritmo de crescimento até maior do que a média dos últimos anos. A previsão de crescimento para 2010, por exemplo, já varia de 6,5% a 7,5%.

SALÁRIO MÍNIMO
A diminuição do número de pobres e a ascensão de 31,9 milhões de brasileiros às classes ABC entre 2003 e 2008 estiveram relacionadas, principalmente, ao aumento do emprego formal e da renda do trabalho, à política de valorização do salário mínimo e aos programas sociais, como o Bolsa Família.
Para Lena Lavinas, especialista no assunto no Instituto de Economia da UFRJ, a pobreza no Brasil cai especialmente por conta da criação de vagas formais no mercado de trabalho.
“Cerca de 90% dos novos empregos formais nos últimos anos pagam até três salários mínimos (R$ 1.530,00). Isso favorece diretamente os mais vulneráveis”, diz Lena.
Além de criar quase 13 milhões de empregos formais (de 28,7 milhões para 41,5 milhões), o governo Lula patrocinou um aumento real (acima da inflação) de 53,6% para o valor do salário mínimo.
Com isso, o piso básico no país voltou em 2010 próximo ao nível de 1986 -depois de atingir um fosso logo após o governo Collor (1990-92).

PODER DE COMPRA
Por conta dessa recuperação, os R$ 510 do mínimo de hoje (cerca de US$ 280) compram 2,2 cestas básicas, ante 1,4 no início do governo Lula. Nessa comparação, é o maior poder de compra desde 1979.
Ademir Figueiredo, coordenador do Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos), afirma que a recuperação do salário mínimo “foi o grande “programa social” de Lula”. “Pois ele tem impacto direto sobre o crescimento da renda familiar.”
A construção civil é exemplar dentro dessa tendência. Os salários no setor, que emprega mão de obra pouco escolarizada, aumentaram 19,5% acima da inflação no governo Lula. Já o emprego formal saltou de 1,5 milhão de vagas para 2,5 milhões.
“As contratações devem crescer ainda mais por conta dos investimentos para diminuir o deficit habitacional, na infraestrutura e nos relacionados a Copa e Olimpíadas, que mal começaram”, diz Ana Maria Castelo coordenadora de Projetos da Construção da FGV-SP.

FOLHA.COM
Veja entrevista com o economista Marcelo Neri sobre queda da pobreza
folha.com.br/1016212

http://www1.folha.uol.com.br/fsp/mercado/me1306201002.htm

ONU e seu Conselho Americano Pró-Guerra

A reunião do Conselho da Indústria Armamentista, promovida pela ONU, dá mais um passo em direção ao morticínio. Alimentada principalmente pelos EUA, a indústria bélica foi atendida mais uma vez pelo chamado “Conselho de Segurança da ONU”, uma marionete americana montada para grandes espetáculos pré-massacres. Foi assim com o Afeganistão. Foi assim com o Iraque. E está sendo assim com o Irã. Enquanto alisa a cabeça israelense em suas contínuas violações à Declaração dos Direitos do Homem, o Conselho Armamentista da ONU, embasado em suas próprias armas nucleares, busca de todas as maneiras manter seus privilégios. Os americanos e britânicos, inventores de “planos do mal”, falsificam relatórios para, ao menos, “justificarem” seus abusos, sob a complacência da Rússia (afinal, Putin continua massacrando georgianos e outros povos sobre os quais detém domínio), da China (os tibetanos sabem disso), da França (americanos que falam francês) e total parcimônia das demais nações. Interessante notar que o Líbano se abstém. Ora, o Líbano, um enclave israelense-sírio na ONU, serve sempre de acobertamento dos genocídios de Israel e Síria. Como a Liga das Nações, a ONU está falida. Salve-se quem puder!

Todo poder emana do povo e em nome dele é exercido

Democracia Já!

Aos "engravatados": Procurem aprender o quê e quem é o "povo"